Tag "pavimentos econômicos"

Tags: , , , ,

Técnica Construtiva dos Pavimentos Econômicos: Importância da Imprimação Asfáltica Sobre Solos Arenosos Finos


TÉCNICA CONSTRUTIVA DOS PAVIMENTOS ECONÔMICOS: IMPORTÂNCIA DA IMPRIMAÇÃO ASFÁLTICA SOBRE SOLOS ARENOSOS

15º REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

BELO HORIZONTE, SETEMBRO DE 1980

Autores:

Corrêa, F.C.; Villibor, D.F

Resumo

Relata investigação de laboratório e de campo tentando determinar as causas de variação bastante grande das características da imprimação sobre bases de solo arenoso fino.

Analisa em especial a influência da umidade de compactação, chegando à condusão que para compactação no ramo úmido não há penetração de imprimadura, e que no ramo seco esta é inversamente proporcional.

Apresenta ainda resultados de levantamento de teores de umidade em diversos trechos após a construção, indicando como umidade mais provável o valor hot – 2 %.

Baseado nestas influências e na experiência global adquirida propõe especificação tentativa para Imprimação de Bases de Solo Arenoso Fino.

Faça o download: TÉCNICA CONSTRUTIVA DOS PAVIMENTOS ECONÔMICOS – IMPORTÂNCIA DA IMPRIMAÇÃO ASFALTICA SOBRE SOLOS ARENOSOS FINOS

Postado em Pavimentação, Publicações Técnicas e ArtigosComentários (0)

Tags: , ,

Concreto de Alto Desempenho para Pavimentos


SECOND INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON MAINTENANCE AND REHABILITATION OF PAVEMENTS AND TECHNOLOGICAL CONTROL

JULY – 2 – AUGUST 1, 2001

AUBURN, ALABAMA, USA

CONCRETO DE ALTO DESEMPENHO PARA PAVIMENTOS

HIGH PERFORMANCE CONCRETE FOR PAVEMENT

 

 

RESUMO

Os avanços tecnológicos têm conduzido os pesquisadores a buscarem soluções que acompanhem

os anseios e viabilizem a execução de obras cada vez mais arrojadas, tais como edifícios altos, pavimentos rodoviários delgados ou recuperação estrutural.

O concreto de alto desempenho (CAD) é o material que melhor tem conseguido acompanhar os desafios lançados por essas obras, que requerem a produção de concretos com resistências à compressão cada vez maiores, podendo chegar a mais de 100 MPa.

O presente trabalho tem por finalidade estudar alguns aspectos relativos a dosagem de concreto

de alto desempenho, analisando como a resistência à compressão e à tração na flexão são afetadas pelo tipo do agregado, seu diâmetro máximo, granulometria e dosagens com e sem adição de

sílica ativa. Cabe salientar que foi utilizado um aditivo hiper plastificante, o que contribuiu para a melhoria das características mecânicas.

 

Serviram de embasamento para esse estudo a análise de resultados de ensaios de laboratório normalizados pela ABNT, realizados em corpos-de-prova de CAD com diferentes dosagens.

 

Faça o download do trabalho:

Concreto de alto desempenho para pavimentos

Postado em Pavimentação, Publicações Técnicas e ArtigosComentários (0)

Tags: , , , , ,

Utilização de Solos Finos Estabilizados na Execução de Bases


INTERNATIONAL ROAD FEDERATION MEETING

II REUNIÃO DAS ORGANIZAÇÕES RODOVIÁRIAS – Brasília, Setembro de 1972.

Resumo:

O trabalho procura demonstrar a importância de melhoria da rede secundária de rodovias no desenvolvimento do país, rede esra que só poderá ser plenamente implantada com a aplicação de pavimentos econômicos e com a melhoria do sistema de coleta de dados de trânsito.

O trabalho propõe que a implantação desta rede seja realizado em duas etapas distintas:

Na primeira, com um minímo de recursos, seria executado um pavimento econômico como proteção a terraplenagem e com uma duração prevista de quatro anos.

Da coleta de dados de trânsito sobre este pavimento econômico e para as rodovias que se provassem viáveis e que seria complementado o pavimento, com a segunda etapa, nos moldes convencionais.

Apresenta ainda um tipo de pavimento econômico que vem sendo executado em São Paulo na região do arenito Rotucatu e que vem apresentando comportamento excepcional em diversos trechos experimentais.

O trabalho contém também resultados de ensaios do pavimento acima citado e viabilidade econômica para rodovias da rede secundária com a aplicação do pavimento supra citado.

Link para Download:

UTILIZAÇÃO DE SOLOS FINOS ESTABILIZADOS NA EXECUÇÃO DE BASES

Postado em Pavimentação, Publicações Técnicas e ArtigosComentários (0)

Tecnologia para Pavimentos de Baixo Custo

Tags: , , , , , , ,

Tecnologia para Pavimentos de Baixo Custo


"Pavimentos de Baixo Custo para Vias Urbanas – Bases Alternativas com Solos Lateríticos" Este é o título do livro lançado em setembro/07, durante a 14ª Reunião de Pavimentação Urbana, realizada pela Associação Brasileira de Pavimentação – ABPV, em Ribeirão Preto (SP). O assunto vem sendo abordado em vários trabalhos técnicos – especialmente na 10ª reunião de ABPv, acontecida em Uberlândia, em 2000 – dos autores, engenheiros que já há muitos anos trabalham com tecnologia de solos tropicais e se empenham na divulgação desta revolucionária metodologia de pavimentação, genuinamente brasileira. Patrocinado pela LENC Engenharia, ABPv, Caixa Econômica Federal e Instituição Moura Lacerda, de Ribeirão Preto, o livro foi apresentado durante uma palestra proferida pelo engenheiro Douglas Villibor, autor do trabalho, junto com Job Shuji Nogami, José Roberto Cincerre, Paulo Roberto Serra que discorreu sobre as técnicas construtivas apresentadas no livro) e Alexandre Zuppolini Neto. Apoiado numa longa e fecunda carreira profi ssional ligada a pesquisas e trabalhos sobre pavimentos, o grupo de autores conta principalmente com a experiência de Villibor, um dos maiores pesquisadores e  especialistas brasileiros em desenvolvimento de metodologias para pavimentos de baixo custo, classifi cação de solos tropicais e gestão de estruturas rodoviárias. Doutor em Transportes (Estradas e Aeroportos) pela Escola de Engenharia de São Carlos EESC- USP, onde foi professor, Villibor é autor de mais de 100 trabalhos publicados no Brasil e no exterior e responsável, junto com Nogami, professor da Escola Politécnica da USP, pelo desenvolvimento de metodologias de uso de solos tropicais. Mais barato e mais adequado O livro é uma exposição detalhada da tecnologia do uso de pavimentos de baixo custo com a utilização de solos lateríticos, um tipo de solo encontrado em larga escala no Brasil e, segundo pesquisas, mais adaptável às nossas condições climáticas e de custo muito inferior à tecnologia normalmente utilizada para pavimentação. Para o desenvolvimento e a aplicação desta tecnologia, os autores propõem a aplicação da Metodologia MCT (Miniatura Compactada Tropical), que abrange desde os estudos geotécnicos até a execução e o controle das camadas de pavimentação. Além disso, apresentam várias questões em forma de perguntas e respostas, apoiados em mais de 25 anos de experiência, para esclarecer todas as dúvidas possíveis sobre o assunto.

Enfocando a importância da utilização de uma tecnologia nacional, específi ca para solos tropicais, o objetivo principal do trabalho é difundir de forma clara e simplifi cada a Metodologia MCT. Desenvolvida nos anos 70 por Villibor e Nogami, e já utilizada em mais de 50 cidades paulistas e de outros estados, como Bahia, Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e Acre, a metodologia ainda encontra resistência quanto à sua utilização, por quebrar um sólido paradigma – a utilização tradicional de know-how norte-americano uma tecnologia, segundo Villibor, mais dispendiosa e muitas vezes inadequada às condições climáticas e geológicas brasileiras. Em suas 170 páginas, fartamente ilustradas por fotos, gráfi cos e estudos de casos, o livro ressalta a necessidade de se utilizar a nova tecnologia, apontando índices preocupantes em relação ao défi cit de pavimentos urbanos no Brasil. A cidade São Paulo, por exemplo, tem um défi cit de aproximadamente 20 milhões de metros quadrados de ruas pavimentadas. Outro exemplo, o município de Guarulhos: mesmo já tendo uma rede pavimentada de 2,7 milhões de m2, precisa executar, pelo menos, mais 30% de pavimento, ou 800 mil m2. Como explica Villibor, a grande importância desta alternativa está no seu custo “substancialmente mais barato”. Enquanto a abordagem tradicional de pavimentação funciona em vias de maior tráfego, nas ruas de menor movimento, como em conjuntos habitacionais, pequenas comunidades e bairros periféricos, a pavimentação tradicional acaba se tornando inviável por seu alto custo. Nestes casos, o emprego da tecnologia de solos lateríticos na pavimentação urbana é o mais indicado, não só por apresentar um custo muito mais baixo, mas também por utilizar um material abundante no território brasileiro. De acordo com o engenheiro, portanto, o desenvolvimento de pavimentos regionalizados e com tecnologia nacional acaba sendo extremamente importante devido à grande extensão territorial do Brasil, aos diferentes tipos de solos encontrados aqui, às condições climáticas típicas de ambientes tropicais, ao grande déficit de pavimentos a serem implantados e, principalmente, à falta de recursos financeiros. Engenharia de evidência Villibor explica que o emprego da tecnologia de pavimentos alternativos em municípios de pequeno e médio porte praticamente não se generalizou nas últimas décadas pelo fato de muitas prefeituras não disporem de engenheiros que conheçam as técnicas não convencionais, pouco difundidas em âmbito nacional, inclusive nas escolas de engenharia. “É fundamental que as escolas implantem cadeiras ligadas a novas tecnologias”, diz ele. “As faculdades de engenharia adotam conceitos baseados principalmente em normas de organismos rodoviários norte-americanos”. A falta de condições de adaptação tecnológica e o temor de adotar uma metodologia cujo desempenho ainda não é garantido por normas e recomendações internacionais, leva a maioria das prefeituras a trabalhar com técnicas construtivas importadas. Contrapondo-se a este comportamento, Villibor acredita no que chama de “engenharia de evidência”, ou seja, baseada na observação de resultados. “Temos que dar o direito ao engenheiro de testar novas soluções. Isso é pesquisa e faz com que as coisas evoluam e gerem novas tecnologias de grande alcance social”. Exemplo desta ousadia, segundo ele, foi dado pela Secretaria Municipal de Infra-Estrutura de Ribeirão Preto, a primeira cidade brasileira a adotar oficialmente a metodologia MCT, em 1994. Sem conter o entusiasmo que costuma caracterizar suas explanações sobre o assunto, Villibor é definitivo quanto à importância de testar novos materiais e apostar em sua efi ciência. “Obrigatoriamente, os solos tropicais têm que ter uma tecnologia adequada”, pontifica. “E isso não signifi ca importar soluções pura e simplesmente . É preciso ter coragem de quebrar paradigmas e acreditar em nossas tecnologias. São elas, entre outras economicas e sociais, que vão determinar o fazer ou o não fazer, ou seja, vão contribuir para o maior desenvolvimento social do país”.

Postado em Pavimentação, Publicações Técnicas e ArtigosComentários (1)

Tags: , , , , , , , , , ,

Comportamento de Trechos Executados com SAFL


A observação do comportamento dos pavimentos rodoviários com base de SAFL, construídos no Estado de São Paulo, mostrou que essa solução superou, em muito, as expectativas. Os primeiros trechos pavimentados em estradas, projetados para vida útil de 3 anos, apresentaram, após 6 anos de utilização, comportamento altamente satisfatório, sem terem sofrido recapeamento ou recuperação maior. Há trechos, inicialmente projetados como proteção à terraplenagem (entre eles, Cambaratiba-Borborema, Ibitinga-Itápolis e Itajobi-Novo Horizonte) e construídos em 1974/75, que até meados da década de oitenta funcionaram como estradas efetivamente pavimentadas, sem apresentarem grandes problemas. Na realidade, ocorreram defeitos inerentes ao tipo de revestimento adotado (tratamento superficial delgado); entretanto, são percentualmente pequenos, considerando-se a extensão total executada. Aqueles trechos, com esbeltos recapeamentos executados posteriormente, ainda continuam em serviço. Tendo em vista o excelente comportamento apresentado nos trechos experimentais, a base de SAFL começou a ser empregada como parte integrante da estrutura de pavimentos econômicos, em substituição às bases convencionais, geralmente constituídas de material britado, pedregulho ou solo cimento. Desde então, pavimentos com esse tipo de base vêm sendo utilizados em vias urbanas, em pistas de aeródromos e em pátios de estacionamento. Dentre os trechos pioneiros de vias urbanas citam-se os construídos 24 Pavimentos Econômicos em Araraquara, Barretos, Descalvado, Presidente Prudente, São Carlos e, de pista de aeródromo, o da Base Aérea de Pirassununga, do Ministério da Aeronáutica, todos no Estado de São Paulo. Os pavimentos têm atendido, perfeitamente, aos objetivos propostos, além de serem econômicos por utilizarem, em suas bases, materiais locais de baixo custo e revestimentos esbeltos de tratamentos superficiais.   Conteúdo Extraído do livro Pavimentos Econômicos – Tecnologia do Uso de Solos Finos Lateríticos, publicado pela editora Arte e Ciência de autoria dos Doutores e Professores Douglas Fadul Villibor e Job Shuji Nogami

Postado em Pavimentação, Publicações Técnicas e ArtigosComentários (0)

Especificações dos SAFL para Bases de Pavimentos

Tags: , , , , , , , , , ,

Especificações dos SAFL para Bases de Pavimentos


As especificações do solo arenoso fino laterítico são fundamentadas em determinações de suas propriedades mecânicas e hídricas. Essas especificações impõem as seguintes condições para o emprego desses solos como base de pavimento: faixa_granulometrica– Composição granulométrica do solo tal que, 100% seja constituído por grãos que passem integralmente na peneira de abertura de 2,00 mm ou que possua uma porcentagem de grãos de, no máximo, 5% retidos nessa peneira. – Os solos devem pertencer à classe de solos de comportamento laterítico de acordo com a classificação MCT, ou seja, ser do tipo LA, LA´ ou LG´. – Os solos devem apresentar propriedades mecânicas e hídricas dentro dos intervalos indicados na tabela 5, quando compactados na Energia Intermediária do Mini-Proctor. A curva granulométrica destes solos é descontínua e eles devem apresentar uma granulometria que se enquadre na faixa indicada na figura 17, servindo portanto esta faixa como orientação para o emprego desses solos como bases de pavimento. tabela_valores_SAFLPara os solos de cada uma das áreas da figura 18 (abaixo) foram estudados detalhes da técnica construtiva mais adequada a fim de evitar qualquer defeito construtivo e minimizar o custo de construção.

figura18

Técnica Construtiva

A tabela 6 ilustra o Procedimento Construtivo e de Controle de Bases de SAFL e a figura 19 mostra seus detalhes construtivos.

tabela6

figura19

Peculiaridades sobre o Comportamento de Pavimentos com Base de SAFL Algumas peculiaridades observadas durante a vida de serviço dos pavimentos executados com bases de solo arenoso fino laterítico são: – Baixíssima incidência de ruptura da base, exceto em locais onde o lençol freático se encontra a menos de 1,0 m de profundidade e/ou em pontos de percolação de águas superficiais. – Pequenas deflexões, geralmente entre 20 e 60 (1/100 mm). – Pequenas deformações nas rodeiras, porém, sem trincamento do revestimento. – Baixa contração por secagem ao ar nos solos da área II resultando em placas de dimensões aproximadas de 50 x 50 cm na base, consideradas ideais como padrão de trincamento. Os solos da área I apresentam contração média a elevada, que conduz à formação de placas da ordem de 30 x 30 cm. – Excelente capacidade de receber compactação (solos das áreas I e II), alcançando facilmente o grau correspondente a 100% da MEASmax relativa à “energia intermediária”. – Facilidade no acabamento da base e baixo desgaste superficial sob a ação do trânsito de serviço. – Satisfatória receptividade à imprimadura, proporcionando uma boa aderência da camada de rolamento à base. – Superfície e borda pouco susceptíveis ao amolecimento por umedecimento. As peculiaridades mencionadas são relativas principalmente às áreas I e II da figura 18. Entretanto, cabe ressaltar que, quando da utilização de solos pertencentes às áreas III e IV, observa-se o seguinte: – Dificuldade de aceitar compactação. O grau de compactação atinge valores entre 93 e 97% da MEASmax relativa à “energia intermediária”. – Propensão para formação de “lamelas” na construção. – Dificuldade no acabamento da base, principalmente sob ação do tráfego de construção. – Superfície e borda da base muito susceptíveis ao amolecimento por absorção excessiva de umidade. Problemas de erodibilidade nas bordas quando sujeitas à ação d’água em segmentos onde não existem guias e sarjetas e/ou proteção lateral. Considerações sobre Defeitos no Pavimento devido às Deficiências da Técnica Construtiva Os principais defeitos incidentes em pavimentos com bases de SAFL decorrem de algumas deficiências no processo executivo e da interface base/revestimento. Estão indicados nos fluxogramas 3 e 4 respectivamente. fluxograma_3e4 Dentre as ocorrências mencionadas, os defeitos que mais afetam a vida de um pavimento com base de SAFL são: – Lamelas superficiais: decorrentes de pequenos aterros para acerto de greide, quando do acabamento, e de supercompactação superficial da camada, mais incidente em solos pouco coesivos. – Falta de imprimadura impermeabilizante ou taxa insuficiente, que não confere a coesão necessária na superfície da base, acarretando cravamento do agregado do revestimento na base. – Escolha inadequada do solo, por exemplo, com baixa capacidade de suporte, levando conseqüentemente a recalques e deformações excessivas, ou utilização de solos não coesivos ocasionando escorregamentos do revestimento.  Fonte/ livro: "Pavimentos de Baixo Custo para Vias Urbanas" – Bases Alternativas com Solos Lateríticos (Douglas F. Villibor e outros)

Postado em Pavimentação, Publicações Técnicas e ArtigosComentários (0)

Tags: , , , , , , , , , ,

Quais são os tipos de Base de Baixo Custo utilizados em Pavimentos Econômicos no Estado de São Paulo?


Os tipos são:

  • Bases de SAFL com materiais de ocorrências naturais.
  • Bases de Solo Laterítico Agregado, a saber:
  • De granulação fina, designado ALA, cujo material é constituido de mistura de argila laterítica com areia. Vide questão 11 do Livro Pavimentos Econômicos disponível no portal.
  • De granulação grossa, designado SLAD, cujo material é constítuido de mistura de solo laterítico com baixa porcentagem de agregado (brita, pedregulho ou laterita). Vide capítulo 7 do livro "Pavimentos Econômicos".

A secção transversal da estrutura desses pavimentos é a mesma indicada na figura A.1 do livro "Pavimentos Econômicos".

               

Postado em Pavimentação, Perguntas e RespostasComentários (0)

Tags: , , , , , , ,

Conceitue os Solos Finos Lateríticos Arenosos e Argilosos?


Conceitua-se, tecnológicamente, como Solo Arenoso Fino Laterítico (SAFL) aquele que:

  • Possui menos de 10% de fração retida na peneira de 2,00 mm (nº10);
  • Possui mais de 50 % de fração retida na peneira de 0,075 mm (nº200);
  • Essas frações devem ser constítuidas, predominantemente, de grãos de quartzo;
  • Pertence à classe de solos de comportamento laterítico e a um dos grupos LA, LA' ou LG', da classificação Geotécnica MCT (conforme M9).

Conceitua-se, tecnológicamente, como Solo Argiloso Fino Laterítico aquele que:

  • Possui menos de 10% de fração retida na peneira de 2,00 mm (nº10);
  • Possui menos de 50% de fração retida na peneira de 0,075 mm (nº200);
  • Essas frações podem conter, açém do quartzo, óxidos e hidróxidos de Fe, Al e Ti;
  • Pertence à classe de solos de comportamento laterítico e ao grupo LG' da classificação MCT.

Houve a necessidade de se introduzir, no meio técnico brasileiro, as designações e conceituações acima, para evitar que os Solo Arenoso Fino Laterítico e Solo Argiloso Fino Laterítico fossem confundidos com os Pedregulhos Lateríticos ou Cascalhos Lateríticos ou, ainda, Concreções Lateríticas (popularmente designados de Canga, Tapionga, Piçarra, etc), constítuidos de elevada porcentagem de fração retida na peneira de 2,00 mm. Esses últimos materiais foram designados de Solos Lateríticos nas normas do DNIT, o que pode ocasionar confusões conceituais.

Postado em Pavimentação, Perguntas e RespostasComentários (1)

Tags: , , , ,

Qual o Período de Vida da Base e o do seu Revestimentos de tratamento Superficial, em Pavimentos Econômicos?


Até o presente pode-se afirmar, com segurança, que este tipo de base tem um período de vida superior a 30 anos e que a durabilidade da camada de revestimento betuminoso, constituído de tratamento superficial, pode ser estimada em 8 anos para os tratamentos duplos e em 10 para os triplos, quando bem executados.

Para maiores esclarecimentos, recomenda-se a leitura do livro "Pavimentos Econômicos".

Acesse o link:

www.portaldetecnologia.com.br/destaques/pavimentos-economicos-tecnologia-do-uso-dos-solos-finos-lateriticos/

Postado em Pavimentação, Perguntas e RespostasComentários (0)

  • +Lidos
  • Últimos
  • +Comentados
  • Tags
  • Assine