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Contração Axial


O Ensaio de Contração Axial tem como finalidade determinar em laboratório a contração axial (Ct) devido à perda de umidade, em amostras compactadas na energia normal ou intermediária do Mini-Proctor ou obtidas no Mini-MCV, quando secas ao ar.

Será apresentado o procedimento do Ensaio de Contração Axial, com exemplo aplicativo e também para um maior conhecimento sobre a compactação de solos tropicais, apresentam-se algumas peculiaridades dos mesmos.

 

Autores:
Douglas Fadul Villibor
 Driely M. Lancarovici Alves

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Compactação Mini-Proctor


Entre nós o procedimento de compactação em escala reduzida em relação ao Proctor tradicional foi divulgado pelo Engº Carlos de Souza Pinto (1965), para obtenção de CP’s na aplicação do estudo de solos com aditivo. Nogami (1972) utilizou este procedimento de compactação, por ele designado Mini-Proctor, na obtenção de CP’s para determinação do suporte de solos típicos do Estado de São Paulo. Posteriormente a compactação Mini-Proctor foi utilizado, por Nogami e Villibor, para definição de novos ensaios da Metodologia MCT.

Será apresentado o procedimento do Ensaio de Compactação Mini-Proctor, com exemplo aplicativo e também para um maior conhecimento sobre a compactação de solos tropicais, apresentam-se algumas peculiaridades dos mesmos.

Autores:

Douglas Fadul Villibor

Driely M. Lancarovici Alves

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Estado Atual da Metodologia MCT de Estudo Geotécnico de Solos


ESTADO ATUAL DA METODOLOGIA MCT DE ESTUDO

GEOTÉCNICO DE SOLOS

 

SIMPÓSIO SOBRE NOVOS CONCEITOS EM ENSAIOS

DE CAMPO E LABORATÓRIO EM GEOTECNIA

RIO DE JANEIRO, MAIO DE 1988

 

J.S. Nogami

D.F.Villibor

 

RESUMO

Após uma introdução seguida de histórico, fundamentos e ensaios da metodologia MCT, apresentam-se as suas principais aplicações práticas em rodovias e em pavimentação. Essas aplicações compreendem sobretudo o uso da classificação geotécnica de solos tropicais e os usos para estudos de solos de bases em pavimentos, subleito de pavimentos, aterros e bordas dos pavimentos.

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Comparação da Incerteza de Medição entre Ensaios CBR e Mini CBR


COMPARAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO ENTRE

ENSAIOS CBR E MINI CBR

34º REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

CAMPINAS – 24 A 29 DE AGOSTO DE 2003

M.P. Assali et al.

Este trabalho foi idealizado com a finalidade de contribuir para a validação dos resultados de ensaio do Mini CBR (California Bearing Ratio), utilizado pela metodologia MCT (Miniatura, Compactado, Tropical) que foi desenvolvida para atender as peculiaridades dos solos de clima tropical. Este ensaio tem substituído com vantagem o ensaio do CBR, desenvolvido em países de climas frios e temperados, cujos parâmetros são utilizados para o dimensionamento de pavimentos flexíveis. É apresentada uma comparação entre os dois ensaios (CBR e Mini CBR) e o desenvolvimento do cálculo de incerteza de medição para os dois métodos.

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Critério para Escolha de Mistura Descontínuas de Solo Laterítico – Brita para Bases de Pavimentos


CRITÉRIO PARA ESCOLHA DE MISTURA DESCONTÍNUAS DE SOLO LATERÍTICO – BRITA PARA BASES DE PAVIMENTOS

19ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

RIO DE JANEIRO, OUTUBRO DE 1984

 

Autores:                  

Douglas Fadul Villibor

Job Shuji Nogami

 

O principal objetivo deste trabalho é de apresentar um critério de escolha de misturas descontinuas de solo laterítico-brita, para de pavimentos. O critério considerado, permite o uso destas misturas para bases de pavimentos e rodovias com intensidade de trânsito, desde leve até pesado, podendo ser revestido com capas delgadas de tratamentos superficiais (transito leve) ou concreto asfáltico (trânsito pesado). Nessas condições, esses pavimentos podem ser usado para rodovias em geral, desde vicinais até troncos com elevada intensidade de trânsito.

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Estado Atual da Metodologia MCT de Estudo Geotécnico de Solos


 ESTADO ATUAL DA METODOLOGIA MCT DE ESTUDO GEOTÉCNICO DE SOLOS

SIMPÓSIO SOBRE NOVOS CONCEITOS EM ENSAIOS DE CAMPO E LABORATÓRIO EM GEOTECNICA

RIO DE JANEIRO, MAIO DE 1988

Autores:

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

 

Sumário

Após uma introdução seguida de histórico, fundamentos e ensaios da metodologia MCT, apresentam-se as suas principais aplicações práticas em rodovias e em pavimentação. Essas aplicações compreendem sobretudo o uso da classificação geotécnica de solos tropicais e os usos para estudos de solos de bases de pavimentos, subleito de pavimentos, aterros e bordas dos pavimentos. Ênfase especial e dada as vantagens que o uso da metodologia MCT apresenta no estudo geotécnico de solos tropicais, para as referidas aplicações, quando comparado com o uso dos métodos tradicionais.

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Nova Metodologia (MCT) de Estudos Geotécnicos e Suas Aplicações em Rodovias Vicinais


NOVA METODOLOGIA (MCT) DE ESTUDOS GEOTÉCNICOS E SUAS APLICAÇÕES

EM RODOVIAS VICINAIS

 

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

 

Prevalece entre nós o uso de métodos de estudos de solos para rodovias, inclusive vicinais, de orientação tradicional, desenvolvidos em países de climas frios e temperados

Esses métodos, adotados oficialmente por quase todos os órgãos rodoviários nacionais, baseiam-se na determinação dos índices classificatórios de solos (limite de liquidez, índice de plasticidade, granulometria por peneiração). Geralmente, essa determinação é completada pela obtenção das características de compactação (Proctor) e de suporte (ISC ou CBR e expansão) dos solos.

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Condicionamentos em Projeto de Pavimentação Asfáltica: Estudo de Caso


38a REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO
12o ENCONTRO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA
38.a RAPv / 12.o ENACOR
MANAUS/AM – BRASIL – 12 a 16 de agosto de 2007
CONDICIONAMENTOS EM PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA: ESTUDO DE CASO

Débora Nogueira Targas

Resumo

Este trabalho apresenta o projeto de pavimentação elaborado para um loteamento residencial de alto padrão, onde as características geológico-geotécnicas do subleito constituem um dos principais condicionantes. A tarefa de dimensionar um pavimento, especialmente para volumes de tráfego não muito elevados é considerada simples para técnicos e contratantes. Desse modo, apesar das recomendações das normas relativas ao estudo do subleito, há a tendência de se subestimar a quantidade de sondagens e ensaios geotécnicos. Entretanto uma vistoria mais cuidadosa na área de implantação pode levar a estudos e a detalhamentos de projeto mais condizentes com a exigência das normas, devido a existência de fatores peculiares, no caso, fundamentalmente a presença de solos siltosos e também de solos argilosos. O trabalho apresenta os condicionamentos existentes em um projeto de pavimentação, relata o uso da metodologia MCT (Miniatura Compactado Tropical) e os procedimentos empregados para análise dos resultados de ensaios e para especificação das camadas constituintes da estrutura do pavimento. No caso desse projeto, se uma campanha de investigações mais intensa não tivesse sido efetuada, poderia advir um insucesso na obra. A experiência desse loteamento implantado em área localizada a cerca de 80 km a noroeste da cidade de São Paulo, é relatada a seguir.
PALAVRAS-CHAVE: condicionantes, metodologia MCT, investigação geológico-geotécnica, subleito, siltoso.
 

ABSTRACT

This paper presents a pavement design elaborated for a high-level housing state, where the geological-geotechnical characteristics of the sub-grade are one of the main constraints. The task of designing a pavement, for not such high traffic volume, is considered easy for technicians and contractors. In this way, besides the recommendations of the standards relative to the subgrade studies, there is a tendency to underestimate the amount of auger borings and geotechnical tests. However, a more careful inspection in the site can lead to studies and to project detailments more appropriate to the requirements of the standards, due to the existence of particular factors, in this case, fundamentally, the presence of silty soils as well as clayey soils. The paper presents the constraints in a pavement project, accounts the use of MCT (Miniature Compacted Tropical) methodology and the procedures used to analyze the test results and to specify the layers of the pavement structure. In this project , hadn’t a more appropriate investigation program been done, it could certainly result in a construction failure. The experience of this housing state built in an area located about 80 km Northwesterly of São Paulo city is hereby reported. 

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CONDICIONAMENTOS EM PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA

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Quando um SAFL é adequado para Base de Pavimentos?


Nem todos os SAFL são apropriados para uso em bases, ou seja, somente podem ser utilizados aqueles que satisfazem as especificações:

  • Ter granulometria que permita a aplicação da Metodologia MCT, ou seja: deve passar integralmente na peneira de 2,00 mm de abertura ou ter, no máximo, 10 % retido;
  • Pertencer à classe de solos de comportamento laterítico da Classificação Geotécnica MCT (grupos LA, LA' ou LG');
  • Apresentar, quando compactado na EI do Mini-Proctor, Valores das propriedades mecânicas e hídricas, dentro dos intervalos recomendados nas tabelas 5.3 e 5.4 do livro "Pavimentos Econômicos" disponível no portal;

O critério para a verificação do comportamento laterítico, assim como das propriedades dos solos para uso em bases, é essencialmente tecnológico. Os valores dos intervalos das referidas tabelas foram obtidos pela avaliação de pistas executadas com esse tipo de base, as quais apresentaram bom comportamento em serviço, conforme detalhado no Capítulo 4 do livro "Pavimentos Econômicos".

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Pode se obter SAFL Artificial para uso em Bases?


Sim, por mistura de solos lateríticos e, também, pela adição de areia a solos argilosos finos lateríticos, de maneira similar à utilizada na correção das misturas estabilizadas tradicionais.
Estas misturas são usadas por motivos econômicos quando, ao longo do trecho, existem ocorrências de materiais que são solos lateríticos finos (argila e areia), mas que não preenchem os requisitos para serem jazidas de SAFL.
A base constituída desta mistura é designada de ALA e seu processo de dosagem é o seguinte:
a] Classificar, pela metodologia MCT, o solo a ser usado; caso seja LG’ misturá-lo com areia (ou solo LA) nas porcentagens de 20, 30 e 40 % em peso de areia.

b] Classificar, pela metodologia MCT, as três misturas, lançá-las no gráfico classificatório da MCT e escolher, sempre que possível, as misturas que se localizam dentro da área hachurada; quando não possivel, na satisfatória, conforme indicado na figura A.6.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura A.6 Áreas para a mistura ALA, segundo a classificação MCT.

c] Submeter as misturas escolhidas aos ensaios da MCT para a obtenção das propriedades apresentadas na tabela 5.4.
d] Critério de dosagem da mistura ALA: escolher a que apresenta propriedades que se enquadram nos intervalos recomendados para SAFL, na tabela referida; a seguir, utilizar a hierarquização indicada no fluxograma da figura 5.4.
A figura A.7 mostra fase do processo de obtenção de SAFL artificial, pela mistura de argila laterítica com areia lavada. Contrariamente, quando a jazida disponível for muito arenosa, obtém-se o SAFL artificial por adição
e mistura com argila laterítica.
Deve-se ressaltar que, escolhida a porcentagem dos componentes da mistura, pode-se, para a execução da base, proceder à misturação dos mesmos através de pulvimixer, enxada rotativa (agrícola) ou, mesmo, grade de disco; facilmente, obtém-se a uniformidade do material, tanto ao longo do trecho como na espessura da base (a areia ajuda no procedimento
de misturação).
Após esta fase, deve-se proceder a execução da base e da sua imprimadura, conforme recomendado para bases de SAFL.
Para maiores detalhes sobre o uso de bases de ALA, sugere-se a leitura do mestrado de Paulo R. M. Serra (1987).

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura A.7 Material para base de ALA: misturação na pista, de argila laterítica.

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