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LENC e seu novo Laboratório de Ensaios Tecnológicos


LENC Laboratório de Engenharia e Consultoria Inaugura seu novo laboratório em Cotia-SP

 

A busca da excelência em Qualidade deve, sempre, ser entendida como a atividade prioritária de qualquer Empresa pois, em decorrência da mesma, crescem todos os indicadores que medem seu desempenho. Com esta visão a LENC, desde a sua criação, tem investido em Pesquisa, Aprimoramento do seu corpo técnico e Atualização dos equipamentos que utiliza. Como um dos frutos dessa política, em 1994, seu Laboratório de Controle Tecnológico de Materiais utilizados na construção civil, foi Acreditado pelo INMETRO para operar segundo os critérios da Norma NBR ISO IEC17025, sob o CRL 058/94. Esta Acreditação, que é objeto de reavaliação a cada ano, representa o reconhecimento oficial da competência técnica e da conformidade dos procedimentos adotados pelo Laboratório.

• Laboratório de Controle Tecnológico de Materiais.

• Controle Tecnológico de Obras de: Terraplanagem, Drenagem, Pavimentação asfáltica e de concreto.

• Controle Tecnológico de Usinas de massa asfáltica e de concreto.

• Controle Tecnológico de materiais utilizados em obras civis.

• Avaliação do comportamento estrutural e funcional de obras civis, incluindo pavimentação, e elaboração de Laudos Técnicos.

 

SOLOS E ASFALTO

Através de ensaios no campo e em laboratório, a LENC está apta a realizar o controle tecnológico de solos e de camadas de pavimentos, garantindo não só os materiais que estão sendo utilizados, mas, também, a execução do serviço.

CONCRETO

O Concreto, seus componentes e derivados, precisam ser submetidos a ensaios de qualidade devido ao grande número de variáveis que influem nas suas características.

 

ENSAIOS ESPECIAIS

Ensaios especiais em: Tubos de concreta e cerâmica, Tampãos de ferro fundido, Postes, Metodologia MCT, etc.

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Controle Tecnológico e Controle de Qualidade – Um Alerta Sobre sua Importância


CONTROLE TECNOLÓGICO E CONTROLE DE QUALIDADE – UM

ALERTA SOBRE SUA IMPORTÂNCIA

COBENGE – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENSINO DE ENGENHARIA

14 A 17 DE SETEMBRO DE 2004. BRASÍLIA – DF, BRASIL.

 

Rita Moura Fortes – rmfortes@mackenzie.com.br

João Virgilio Merighi – jvmerighi@mackenzie.com.br

 

RESUMO

Este trabalho busca resgatar e alertar para a importância do item controle tecnológico e controle de qualidade a ser abordado e ressaltado nos conteúdos dos ensinos de engenharia civil, uma vez que no nosso país, estes assuntos têm sido delegados ao esquecimento e infelizmente o engenheiro, principalmente o recém formado, não possui um conhecimento da importância desse tema para um desempenho profissional consciente e em particular no que se refere à segurança das estruturas e responsabilidade civil. Também é apresentado um panorama de como tem sido realizada esta atividade, bem como que a causa principal dos insucessos na execução de obras de engenharia civil, reside no fato da aplicação deficiente ou não idônea do controle tecnológico e de qualidade. Finalmente, é apresentado um relato dos diversos trabalhos que têm sido desenvolvidos para resgatar a credibilidade desse assunto, bem como recomendações de como deve ser exercido, de uma maneira isenta, pela fiscalização das obras que na maioria das vezes são de propriedade pública, além de que os custos envolvidos na sua implementação cobrem os benefícios obtidos.

Palavras-chave: Controle de qualidade, Controle tecnológico, Ensaios.

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Comportamento de dois Trechos Experimentais com Base de Solo Cimento, Construído Pelo DER – SP


COMPORTAMENTO DE DOIS TRECHOS EXPERIMENTAIS COM BASE DE SOLO CIMENTO, CONSTRUIDO PELO DER – SP

24ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

BELÉM/PARÁ – 15 A 20 DE JULHO DE 1990

 

Autores:

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

Alexandre Zuppolini Neto

Paulo Roberto Miranda Serra

 

Introdução

 

As bases estabilizadas com cimento Portland, principalmente as de solo-cimento, na conceituação adotada pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), começaram a ser utilizadas extensivamente em pavimentos da Rede Rodoviária do DER-SP a partir de 1956. Atualmente os trechos com base de solo cimento, na rede desse departamento, ultrapassam mais de 8.000 km em termos de pistas simples com 7,0 m de largura, representado mais de 30 % do total pavimentado.

 

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Plano de Gestão de Manutenção com Propostas de Rejuvenescimento Asfáltico para Pavimentos Urbanos da Cidade de São Paulo


PLANO DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO COM PROPOSTAS DE REJUVENESCIMENTO ASFÁLTICO PARA PAVIMENTOS URBANOS DA CIDADE DE SÃO PAULO

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE MANUTENÇÃO E RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTOS E CONTROLE TECNOLÓGICO

SÃO PAULO – BRASIL – MAIO DE 2000

Autores:

Profº Dr. Douglas Fadul Villibor

Eng.º Domingos Dissei

Eng.º Consultor Osvaldo Azevedo Filho

Eng.º Consultor José Roberto Cincerre

Eng.º Consultor Mauro Beligni

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Como deve ser executado o controle tecnológico das bases de SAFL e ALA?


O acompanhamento tecnológico da execução, objetivando garantir a aplicação adequada de materiais, bem como o uso de procedimentos construtivos apropriados, é indispensável para o sucesso do pavimento. Para isso, é necessário executar uma quantidade mínima de ensaios, por uma equipe treinada adequadamente. Para a finalidade em vista, recomenda-se a execução do seguinte programa de ensaios: – Determinação do teor de umidade, a cada 40m, imediatamente antes da compactação. – Determinação da massa específica aparente úmida, in situ, e do respectivo teor de umidade com espaçamento de, no máximo, 40 m de pista, em pontos obedecendo à ordem: borda direita, eixo, borda esquerda. – Ensaios da metodologia MCT, em amostras com espaçamento máximo de 200 m, podendo ser utilizada, para solos com propriedades conhecidas e/ou rodovias de trânsito relativamente leve, a alternativa seguinte: – Classificação MCT. – Determinação, em corpos de prova correspondentes à massa específica aparente seca máxima e umidade ótima da energia intermediária (ou de outra energia fixada após trechos experimentais), das seguintes propriedades: – Mini-CBR sem imersão. – Mini-CBR com imersão e expansão. – Contração axial. Os valores máximos e mínimos de amostragem, a serem confrontados com os valores especificados no projeto, devem ser calculados de acordo com os critérios adotados no controle estatístico de materiais. Resultados satisfatórios têm sido obtidos, por exemplo, com o uso das fórmulas adotadas pelo DNER e pelo DER/SP.

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