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Avaliação do Comportamento mecânico de um solo arenoso fino do norte de Minas Gerais para emprego em vias de baixo volume de tráfego


AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO MECÂNICO DE UM SOLO ARENOSO FINO DO NORTE DE MINAS GERAIS PARA EMPREGO EM VIAS DE BAIXO VOLUME DE TRÁFEGO

Revista ABPv – Ano V – No17 – Abr/Mai/Jun de 2010

Wallen Alexandre Medrado

Antonio Carlos Rodrigues Guimarães

Laura Maria Goretti da Motta

 

RESUMO

No presente trabalho faz-se uma avaliação do comportamento mecânico de um solo arenoso fino do norte de Minas Gerais por meio da realização de ensaios triaxiais de cargas repetidas para avaliação do módulo resiliente, da deformação permanente total e da pesquisa de ocorrência do shakedown, ou acomodamento das deformações plásticas. Trata-se de um trabalho pioneiro no Estado de Minas Gerais no sentido de se utilizar a classificação MCT para identificação do material, associada aos princípios da mecânica dos pavimentos, e à execução futura de trechos experimentais como condicionantes para implantação de pavimentos de baixo custo. O solo estudado é oriundo do município de Campo Azul/MG, tendo sido estudado para emprego em vias de acesso à rodovia MG-202 naquele município. O solo possui classificação MCT do tipo NA, sendo portanto, uma areia não laterítica. No entanto, mostra-se que este solo pode ser uma opção de emprego para ruas de baixo volume de tráfego e estradas municipais, visto ser muito abundante na região e apresentar características resilientes e de deformação permanente adequadas. São apresentados resultados de ensaios de módulo de resiliência do material para diversas energias de compactação. Analisa-se o enquadramento dos resultados de módulo de resiliência nos modelos tradicionais de comportamento e discute-se a influência da energia de compactação. Os valores de módulo de resiliência obtidos são elevados e valor médio a 400 MPa para a energia de compactação do Proctor intermediário. São apresentados resultados de ensaios de deformação permanente para variados estados de tensões e pesquisa-se a ocorrência do shakedown, ou acomodamento das deformações permanentes. Mas trata-se que a deformação permanente total foi obtida nos ensaios não é desprezível, e que sua taxa de acréscimo permanece não-nula, fatos que enfatizam a necessidade de um correto e criterioso dimensionamento de pavimentos que incluam o material em estudo como camada de base ou sub-base, embora seu uso seja promissor.

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Interpretação da Forma das Curvas de Deformabilidade da Metodologia MCT


INTERPRETAÇÃO DA FORMA DAS CURVAS DE DEFORMABILIDADE DA

METODOLOGIA MCT

33ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

FLORIANOPOLIS/SC

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

RESUMO

Apresentam-se as formas mais freqüentes das curvas de deformabilidade, obtidas no ensaio de compactação Mini-MCV, da sistemática MCT, obedecendo novos critérios propostos para o  procedimento designado de “simplificado” e a interpretação das mesmas em termos de grupos da classificação geotécnica MCT e de algumas peculiaridades granulométricas significativas na aplicação dos solos tropicais, particularmente em pavimentação.

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Qual a relação entre o Tipo de SAFL e a Técnica Construtiva das suas Bases?


O Solo Arenoso Fino Laterítico (SAFL), utilizado para a execução de bases de pavimentos, é, geralmente, proveniente de jazidas situadas nas proximidades do trecho a pavimentar ou, mesmo, em alargamentos da plataforma; em casos excepcionais, pode ser solo da própria pista a pavimentar. O uso de jazidas permite garantir uma maior homogeneidade do solo a ser utilizado na execução da base. O SAFL deverá pertencer a um dos grupos seguintes: LA, LA’ ou LG’, da Classificação Geotécnica MCT.
Caso sejam disponíveis várias fontes igualmente interessantes para a execução da base, recomenda-se escolher aquela(s) que menos problemas construtivos venham a acarretar. Para obter essa informação deve-se localizar os diversos solos potencialmente interessantes, plotá-los no Gráfico da Classificação MCT e verificar se caem dentro, ou nas proximidades, das áreas assinaladas na figura 6.1. Dados bastante numerosos, sobre as técnicas construtivas e de comportamento, foram colhidos em solos pertencentes às áreas referidas naquela figura. A priorização do uso destes tipos de solo, assim como suas relações com as técnicas construtivas, acham-se detalhadas no subitem 6.2.2.
As figuras A.8 e A.9 ilustram jazidas de SAFL dos tipos I e IV exploradas para a execução de bases, sendo a primeira Argilosa (LG’) e, a segunda, Arenosa (LA).

Figura A.8 Aspecto de uma jazida de SAFL do Tipo I (LG').     Figura A.9 Aspecto de uma jazida de SAFL do IV (LA). 

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