Trabalhos Técnicos e Artigos

Considerações Sobre Misturas de Solo-Agregado

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Titulo: Considerações Sobre Misturas de Solo-Agregado  

Autor: Paulo Roberto Miranda Serra

Unidade: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP)

Área: Departamento de Vias de Transportes e Topografia

Orientador: Professor Dr. Douglas Fadul Villibor

Defesa: 1987

Palavras-Chave: solo-agregado, granulometria, limite de liquidez, índice de plasticidade, misturas de solo-agregado, solo arenoso fino, fração silte.

 

Resumo

Essa dissertação, tece inicialmente, considerações sobre as dificuldades e deficiências dos critérios tradicionalmente utilizados nos organismos rodoviários, para a escolha de misturas de solo-agregado para uso em bases de pavimentos, quando aplicados aos materiais, de ocorrência mais freqüente nas regiões tropicais e, comenta também, novos critérios propostos para alguns desses materiais.

A seguir, considerando os solos arenosos finos lateríticos, de ocorrência natural nas regiões sudoeste e centro-oeste do Brasil, como um solo agregado de granulometria  fina, este trabalho propõe um critério orientativo para a escolha destes materiais para uso em bases de pavimento, quando constituídos através de misturas de solos. Esse critério baseia-se em estudos de laboratório.

Por esses estudos de laboratório, podemos concluir também, que a presença de finos lateríticos nestas misturas de granulação fina, é o principal fator determinativo das propriedades mecânicas e hidráulicas desses solos quando compactados.

 

Abstract

This dissertation considers the deficiences  and difficulties of the traditionally employed criterion on highway systems with relation to the mixture of soil-aggregate for use in pavement bases, and it’s aplication to materials occuring more frequently in tropical regions also, commenting on the new criteria proposed for some of these new materials.

Next, considering, the “fine grained sandy lateritic soils”, wich are natural occourence in the central western Brazil, in the form of na soil-aggregate of fine granulation, this paper suggest na orientation concerning the choice of this material for its use in pavement bases, when composed through mixture of soil. These criteria have been based in laboratory studies.

Through these studies we can also come to the conclusion that the presence of fine granulation is the main determinative factor of the mechanical and hydraulic properties in these soils when they are compacted.

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Pavimentação Urbana no Estado de São Paulo – Novas Considerações

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Titulo: Pavimentação Urbana No Estado De São Paulo – Novas Considerações

Autor: Alexandre Zuppolini Neto

Unidade: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP)

Área: Departamento de Vias de Transportes

Orientador: Professor Dr. Douglas Fadul Villibor

Defesa: 1994

Palavras-Chave: Pavimentação em Vias Urbanas, Fases de Execução do Pavimento e Funções de Suas Camadas, Pavimentos Tradicionais, Pavimentos Urbanos, Pavimentos Alternativos, Argilas Lateríticas.

Resumo

Neste trabalho, composto de 6 capítulos, são tecidas considerações sobre a pavimentação urbana no Estado de São Paulo.

O capitulo 1 traz as motivações principais que levaram a este trabalho, as metodologias adotadas na pavimentação urbana, e os objetivos desta dissertação.

No capitulo 2 apresenta-se terminologia e conceitos sobre pavimentos urbanos, fases de execução e funções de suas camadas, e os principais métodos de dimensionamento, comentados, utilizados no Estado de São Paulo.

O capitulo 3 apresenta proposta para estudo de pavimentos urbanos em vias submetidas a até tráfego médio constando de: verificação preliminar das ocorrências de solos na área em estudo, classificação de vias, estudos geotécnicos e dimensionamento do pavimento.

No capítulo 4 são propostos pavimentos alternativos para regiões com ocorrências de solos lateriticos, solos arenosos finos lateriticos (S.A.F.L) e argilas lateríticas (A.L.), a partir de critérios de escolha de materiais para camadas de sub-bases e bases e suas técnicas construtivas.

No capítulo 5 são feitas as considerações finais deste trabalho, mostrando sua principais vantagens e os resultados práticos esperados.

Finalmente, no capítulo 6, constam as referências bibliográficas consultadas para o desenvolvimento da dissertação.       

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Peculiaridades do Comportamento do Pavimento

PECULIARIDADES DE COMPORTAMENTO DO PAVIMENTO

CONTEÚDO EXTRAÍDO DO “LIVRO PAVIMENTOS DE BAIXO CUSTO PARA VIAS URBANAS”  – 2ª EDIÇÃO – 2009

VILLIBOR, D.F et al.

O comportamento de pavimentos de baixo custo com bases de argila laterítica está ligado às peculiaridades geotécnicas e de ocorrência das argilas lateríticas utilizadas. Essas argilas pertencem, predominantemente, por terra roxa, com grande ocorrência na região Centro-Sul do Brasil.

Desenvolvem-se em condições bem drenadas em clima tropical úmido e apresentam, ainda, a peculiaridade de conter sempre apreciável porcentagem de substâncias derivadas de rochas cristalinas básicas (principalmente basaltos e diabásios.

A camada de argila laterítica compactada apresenta trincamento, tanto na direção vertical quanto horizontal, formando blocos de solo de pequenas dimensões. No caso da execução de uma camada de revestimento de concreto betuminoso usinado a quente, ou de um tratamento superficial, observa-se uma propagação imediata das trincas da base, ficando a camada de rolamento trincada e com sua superfície similar à da base.

As águas provenientes de chuvas infiltram pelas trincas, percolando para as camada inferiores, resultando em defeitos que inviabilizam esses tipos de bases. No entanto os blocos da base (lajotas de solo de forma cúbica) fora da área das trincas, apresentam valores de suporte elevados e baixa permeabilidade. Portanto, caso não apresentassem trincas verticais, tais bases funcionariam adequadamente para vias de tráfego leve.

Para a obtenção de bases de argila laterítica com continuidade, procedeu-se inicialmente ao preenchimento das trincas com areia e, mais recentemente, com argila. Além desses cuidados, deve-se executar uma camada esbelta de bloqueio com a finalidade de proteger a superfície da base assim como evitar a propagação das eventuais trincas restantes do processo de enchimento.

Outra forma de se reduzir substancialmente o trincamento excessivo de camadas constituídas por argilas lateríticas é a mistura de solos argiloso e brita. Nesse caso, a brita funciona como alongador de massa, espaçando mais o trincamento em blocos e reduzindo a abertura das trincas. O tamanho dos blocos e a intensidade de ocorrência dos mesmos são determinados pela dosagem da argila laterítica com a brita.       

Outra técnica, que vê, sendo aplicada, é a saturação da parte superficial da camada de solo argiloso e posterior cravamento de agregado britado (pedra nº4) com rolo liso estático. No entanto, a solução pode apresentar o seguinte problema: na secagem da superfície, as pedras cravadas, por causa da retração do solo, podem perder seu travamento.

Nesse caso, deve-se utilizar como revestimento uma camada de macadame betuminoso selado, com espessura mínima de 5,0 cm, com o intuito de travar os agregados cravados. Os pavimentos, assim executados, apresentam um comportamento altamente satisfatório, sendo empregados para vias de tráfego leve (vias periféricas, mesmo com pequeno tráfego de ônibus).

 

 

 

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Avaliação de Cinco Anos de Programa Interlaboratorial de Misturas Asfálticas Desenvolvidos no Brasil

AVALIAÇÃO DE CINCO ANOS DE PROGRAMA INTERLABORATORIAL DE MISTURAS ASFALTICAS DESENVOLVIDO NO BRASIL

35ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

RIO DE JANEIRO – RJ – 19 A 21 DE OUTUBRO DE 2004

Rita Moura Fortes et al.

Este trabalho apresenta uma avaliação de cinco anos do desenvolvimento do programa interlaboratorial de misturas asfáltica para verificar a compatibilidade de resultados de ensaios, desenvolvido no Brasil de 1999 a 2003. Esta atividade é uma ferramenta importante na melhoria do controle de qualidade e tecnológico, pois este programa conduz o laboratório a uma melhoria de confiabilidade metrológica de seus resultados, a melhoria dos métodos de ensaio, fornecendo informações sobre o equipamento, os operadores e a metodologia podem influenciar os resultados, além de alertar para possíveis falhas aleatórias. Cada laboratório é avaliado na luz do método proposto por Youden (ellipse da confiabilidade), Programa Z-score e coeficiente de variação da amostra, procurando verificar se os desvios encontrados são devidos a erros aleatórios ou sistemáticos. Neste trabalho é apresentado o desempenho de laboratórios participantes, verificando-se separadamente o de laboratórios que são certificados pelo INMETRO e os que não são.

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Comparação da Incerteza de Medição entre Ensaios CBR e Mini CBR

COMPARAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO ENTRE

ENSAIOS CBR E MINI CBR

34º REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

CAMPINAS – 24 A 29 DE AGOSTO DE 2003

M.P. Assali et al.

Este trabalho foi idealizado com a finalidade de contribuir para a validação dos resultados de ensaio do Mini CBR (California Bearing Ratio), utilizado pela metodologia MCT (Miniatura, Compactado, Tropical) que foi desenvolvida para atender as peculiaridades dos solos de clima tropical. Este ensaio tem substituído com vantagem o ensaio do CBR, desenvolvido em países de climas frios e temperados, cujos parâmetros são utilizados para o dimensionamento de pavimentos flexíveis. É apresentada uma comparação entre os dois ensaios (CBR e Mini CBR) e o desenvolvimento do cálculo de incerteza de medição para os dois métodos.

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Interpretação da Forma das Curvas de Deformabilidade da Metodologia MCT

INTERPRETAÇÃO DA FORMA DAS CURVAS DE DEFORMABILIDADE DA

METODOLOGIA MCT

33ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

FLORIANOPOLIS/SC

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

RESUMO

Apresentam-se as formas mais freqüentes das curvas de deformabilidade, obtidas no ensaio de compactação Mini-MCV, da sistemática MCT, obedecendo novos critérios propostos para o  procedimento designado de “simplificado” e a interpretação das mesmas em termos de grupos da classificação geotécnica MCT e de algumas peculiaridades granulométricas significativas na aplicação dos solos tropicais, particularmente em pavimentação.

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Pavimentação Urbana: Histórico e Aspectos do seu Desenvolvimento

PAVIMENTAÇÃO URBANA: HISTÓRICO E ASPECTOS DO SEU DESENVOLVIMENTO

O emprego da tecnologia de pavimentos alternativos em municípios de pequeno e médio porte, praticamente não se generalizou nas últimas décadas pelo fato de muitas das prefeituras não disporem de serviços de engenharia eficientes e das técnicas não convencionais serem pouco difundidas em âmbito nacional. A preferência pelo uso de procedimentos para a escolha de materiais e de dimensionamento de pavimentos baseados em experiências internacionais é grande no Brasil, visto que as escolas de engenharia adotam, em seus cursos, conceitos baseados principalmente em normas de organismos rodoviários norte-americanos. De maneira geral, as prefeituras vêm sempre executando pavimentos de um determinado tipo, com determinada técnica construtiva, demonstrando grande resistência à inovações, principalmente por falta de condições de adaptação tecnológica. Além dessa resistência à inovação, algumas prefeituras têm contratos previamente feitos com fornecedores de pedra britada e oferecem, conseqüentemente, resistência ao uso de outros materiais para a execução de bases. Nos municípios de pequeno e médio porte, normalmente, os pavimentos são construídos por pequenas empresas que têm poucas condições de adaptação à inovações tecnológicas em termos de processo construtivo e executam os pavimentos segundo sua experiência. Uma prática corrente consiste em jogar pedra britada sobre o subleito, rolar e completar o pavimento com pedra e asfalto. Já outras prefeituras com tecnologia mais apurada, constroem compactando o subleito, aplicando uma camada de pedra, uma bica corrida, ou macadame seco, e macadame betuminoso para travamento da superfície. Verifica-se que a qualidade dos serviços fica restrita ao maior ou menor cuidado quanto à escolha dos materiais, ao processo executivo e às condições de recebimento e controle dos serviços que normalmente são efetuados por profissionais que, em geral, não são engenheiros. Em muitos casos, a qualidade dos serviços fica restrita à experiência e ao zelo do encarregado da obra na condução dos serviços. Em centros urbanos maiores, o controle tecnológico das obras é mais eficiente; porém, não se utilizam adequadamente, recursos naturais disponíveis, tais como solos lateríticos para camadas de pavimentos. Este fato pode estar associado à comodidade do uso de materiais pétreos, em função de alguns interesses econômicos. O emprego de materiais pétreos é, entretanto, uma solução onerosa para vias urbanas de tráfego muito leve ou leve. Além do mencionado anteriormente, deve-se lembrar que é sempre mais fácil a justificativa do emprego de materiais cujo desempenho é garantido por normas e recomendações internacionais. Outro fato a ser considerado é o medo de reação contrária, por parte dos usuários e moradores, quando do emprego de outros materiais para a execução de pavimentos, porque eles poderiam ter a falsa impressão que os serviços não serão de boa qualidade. As estruturas de pavimentos utilizadas em países de clima frio e temperado, se adotadas para vias urbanas em clima tropical, seriam superdimensionadas em função do menor tráfego atuante, das diferentes condições ambientais e do tipo de solo do subleito. Levando-se em consideração a extensão do território brasileiro, o grande déficit de pavimentos e a pouca disponibilidade de material pétreo em algumas regiões, torna-se imprescindível a utilização de materiais locais. Como solução alternativa foram empregadas, durante algumas décadas, bases de solo-cimento que são de elevado custo, para a realidade econômica brasileira. A falta de recursos financeiros associada à necessidade de implantação rápida e em grande escala de rodovias e pavimentos urbanos, levaram à busca de novas alternativas visando a uma considerável redução nos custos dos pavimentos. O melhor aproveitamento de solos locais em pavimentação aconteceu no Estado de São Paulo nos anos 50, quando foram constatados valores de capacidade de suporte (CBR) extremamente elevados para variedades argilo-arenosas e argilas. Esta observação estimulou o emprego de solos locais para as camadas de reforço, do subleito e sub-base. O comportamento altamente satisfatório destes pavimentos, levou à adoção daqueles materiais para bases de pavimentos, sendo executados gradativamente segmentos experimentais em rodovias e, no final da década de 60, em vias urbanas. Sobre a camada de base executada com solos locais, foram utilizados revestimentos delgados do tipo macadame betuminoso selado, na espessura de 4,0 cm, e tratamentos superficiais, reduzindo consideravelmente os custos de implantação. O desempenho do pavimento em vias urbanas tem sido plenamente satisfatório, apesar de envolver materiais e espessuras considerados inadequados pelos procedimentos tradicionais. No início da década de 70, diante do bom desempenho de bases executadas com solos locais, houve um incremento no emprego da tecnologia de pavimentação de baixo custo, por meio de um programa de estradas vicinais desenvolvido pelo DER/SP. Os solos locais utilizados para bases de pavimentos, muito freqüentes em grande parte do interior do Estado de São Paulo, são solos arenosos lateríticos de granulação fina, denominados Solos Arenosos Finos Lateríticos (SAFL). O programa de estradas vicinais do DER/SP permitiu a observação in situ do desempenho destes pavimentos. Ao longo de alguns anos forneceu dados tecnológicos importantes para o desenvolvimento de uma tecnologia voltada para o emprego de solos tropicais, utilizando-se ensaios convencionais. As técnicas empregadas foram aprimoradas com o passar do tempo e resultaram na atual metodologia MCT, que já se encontra implantada em vários órgãos rodoviários e prefeituras.

Atualmente, mais de 50 cidades paulistas e algumas cidades de outros Estados (Bahia, Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e Acre), têm utilizado esta tecnologia de pavimentação urbana de baixo custo. Estima- se em mais de 15 milhões de metros quadrados de pavimentos urbanos e em aproximadamente 20 mil quilômetros de rodovias vicinais, em todo o território nacional, construídos com bases de solos lateríticos.

A figura 1 apresenta a malha viária e os principais centros urbanos no Estado de São Paulo, que utilizam pavimentos com bases de SAFL.

FIGURA 1: Malha Viária e os principais Centros Urbanos do Estado de São Paulo com Pavimentos Utilizando Bases de SAFL.

Conteúdo extraído do livro “Pavimentos de Baixo Custo para Vias Urbanas” – 2ª Edição – 2009.

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Ampliação do Uso da Metodologia MCT no Estudo de Solos Tropicais para Pavimentação

AMPLIAÇÃO DO USO DA METODOLOGIA MCT NO ESTUDO DE SOLOS TROPICAIS PARA PAVIMENTAÇÃO

28ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

BELO HORIZONTE – 29 DE AGOSTO A 2 DE SETEMBRO DE 1994

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

Apresentam-se, inicialmente, as principais deficiências dos procedimentos para os estudos geotécnicos de solos destinados à pavimentação, baseados nos índices tradicionais (granulometria, limite de liquidez e índice de plasticidade) e no CBR (ou ISC), face às peculiaridades ambientais dos trópicos úmidos e dos solos neles desenvolvidos. Em seguida apresenta-se os fundamentos da metodologia MCT para o mesmo objetivo, bem como as suas vantagens e desvantagens em relação aos procedimentos tradicionais. Das vantagens destacam-se sobretudo a possibilidade de melhor hierarquizar os solos para uso em pavimentação e das desvantagens, a aparente complexidade e ineditismo do procedimento utilizado, que geralmente dificulta e onera a sua implantação. Apresenta-se finalmente, um novo procedimento expedito, visual-táctil que permite obter a baixo custo os grupos da classificação MCT, podendo competir com vantagem com os procedimentos tradicionais que lamentavelmente não podem ser usados satisfatoriamente nas regiões tropicais.

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Defeitos de Pavimentos de Baixo Custo e Sua Conservação

DEFEITOS DE PAVIMENTOS DE BAIXO CUSTO E SUA CONSERVAÇÃO

28ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

BELO HORIZONTE (MG) – SETEMBRO DE 1994

 

Autores:

Douglas Fadul Villibor

Fábio Quintela Fortes

Job Shuji Nogami

 

O trabalho descreve defeitos mais comuns dos pavimentos com uso de solos lateríticos, que geram necessidade de uma conservação prematura, e apresenta através de levantamento expedito de campo a freqüência e a intensidade de ocorrência de cada tipo de defeito abordado. Esses defeitos podem estar ligados à técnica construtiva inadequada, ao uso de materiais impróprios na execução ou mesmo ao vencimento da vida útil do pavimento. São abordados os defeitos, suas causas, suas evoluções e os serviços de conservação para as correções.

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A New Simple Method for Classification of Lateritic and Saprolitic Soils

A NEW SIMPLE METHOD FOR CLASSIFICATION OF LATERITIC AND SAPROLITIC SOILS

7th INTERNATIONAL IAEG CONGRESS

BALKEMA, ROTTERDAM, 1994

J.S.NOGAMI

D.F.VILLIBOR

 

ABSTRACT: A simple and inexpensive procedure of soil identification is presented. This method cognizes the groups of the MCT geotechnical classification, which is developed especially for compacted tropical soils. The proposed procedure is based on measurements of: 1) the shrinkage of small discoid (20 mm diameter and 5 mm thick) moulded and dried specimens and 2) the consistency using a mini-penetrometer, after soaking of these dried specimens.

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