As misturas descontínuas de SLAD são recomendadas para tráfego variando de leve a médio e são caracterizadas pelo uso de solo laterítico, acrescido de agregado natural ou britado. Para uma mistura ser considerada apropriada para o uso em bases, o solo, o agregado e a mistura deverão satisfazer os seguintes requisitos: – Solo Laterítico: Pertencer à classe “L” (solo de comportamento laterítico) dos grupos LA, LA’ e LG’, da classificação MCT e apresentar as propriedades mecânicas e hídricas, quando compactados na energia intermediária, dentro dos intervalos mencionados a seguir: – Suporte Mini-CBR na energia intermediária, sem imersão….. $ 20% – Ris = 100 x Mini-CBRi / Mini-CBRhm ………………………….. $ 50% – Expansão sem sobrecarga padrão ……………………………… # 1% – Contração …………………………………………………………… # 2% – Agregado: Os agregados devem apresentar as seguintes características: – Granulometria do material passando na peneira de 25 mm .. # 100% – Porcentagem em peso na mistura ………………………………. $ 40% – Desgaste por abrasão Los Angeles ……………………………… # 60% – Mistura Solo Agregado: As misturas de solo agregado devem atender as especificações baseadas na classificação MCT e, compactadas, devem possuir propriedades mecânicas e hídricas dentro dos intervalos da tabela 11, além de granulometria descontínua com graduação que se enquadre na faixa indicada na figura 25.
A mistura deverá ser dosada de forma que a parte fina se enquadre preferencialmente, em uma das áreas do gráfico da Classificação MCT, conforme ilustrado na figura 26.
Entre as misturas de solo-agregado, as notadamente pouco coesivas, são menos suscetíveis à segregação que as mais coesivas. Em alguns locais pode ocorrer uma maior concentração de brita; em outros, uma maior concentração de solo. No entanto, experiência realizada na execução de 400 Km demonstrou não haver prejuízo significativo aos serviços. Fonte/ livro: “Pavimentos de Baixo Custo para Vias Urbanas” – Bases Alternativas com Solos Lateríticos (Douglas F. Villibor e outros)


