Notícias

Pavimentação com Solos Lateríticos

 

Autores: 

                 Douglas Fadul Villibor

                 Job Shuji Nogami

                 Manoel Henrique Alba Sória

                 Glauco Tulio Pessa Fabbri

Resumo:

Este relato contém um breve histórico do uso de solos lateríticos na pavimentação no Estado de São Paulo, e uma apreciação sobre estudos geotécnicos de materiais para subleito, sub-base e base. Ressaltam-se os métodos de identificação de solos e a classificação MCT, que identifica o comportamento laterítico e permite prever as propriedades dos solos como camada integrante do pavimento. Expõem-se as possibilidades de melhorias do subleito por compactação e discute-se sua drenabilidade quando compactados. Quanto ao uso em sub-bases e bases, é feita uma distinção entre materiais  argilosos e arenosos. Relata-se o estágio tecnológico atual da pavimentação com base de solo arenoso fino laterítico, ressaltando-se as diferenças em relação à técnica construtiva tradicional. Aborda-se o uso de solo-brita com solo laterítico e processos de escolha de materiais. Relatam-se as experiências com bases de solo-cal e com base argilosa com cravamento de brita. Finalmente discute-se a extensão da aplicação das bases que usam o SAFL para outras condições de tráfego e clima.

Retirado de: Solos do interior de São Paulo. ALBIERO, J.H.; CINTRA, J.C.A. (editores). ABMS, São Paulo, 1993, Capítulo 11.

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Sistemática MCT/Ensaios

Autores:

Douglas Fadul Villibor

Driely M. Lancarovici Alves

Histórico

Até 1970, o estudo de solos para fins rodoviários utilizava-se de métodos tradicionais (HRB – AASHO, USC – ASTM) no Brasil, prevalecentes até hoje em muitos organismos rodoviários. Este foram desenvolvidos para países de clima frio e temperado, o que muitas vezes leva a uma utilização inadequada destes métodos para estudo de solos de regiões tropicais, trazendo as consequências:

  • Classificação geotécnica inadequada para estudos de solos para subleito e de ocorrência para camadas de pavimento;
  • Adoção de critérios de projeto e construção de estradas geralmente incompatíveis com o desempenho de alguns solos tropicais;
  • Aumento, em muitos casos, no custo das obras rodoviárias.

A partir da década de setenta, um grupo de profissionais da área,entre eles os engenheiros Nogami e Villibor, passaram a se preocupar em resolver esta importante questão. A solução proposta pelos mesmos foi adoção de uma sistemática desenvolvida especificadamente ao estudo de solos tropicais, designada Sistemática MCT. Seu desenvolvimento foi fundamentado em pesquisas de laboratório e campo, cujos resultados foram empiricamente associadas ao seu comportamento quando utilizados em rodovias, principalmente, como subleito e/ou em camadas de pavimento. Esta sistemática é bastante ampla envolvendo novos métodos e uma série de aplicações práticas na área rodoviária.

A MCT utiliza-se de um conjunto de ensaios com emprego de corpos de prova (CPs) miniatura (M) compactados (C) por meio de procedimento  desenvolvidos em laboratório especificamente para obtenção de propriedades mecânicas e hídricas de solos tropicais (T).

O primeiro ensaio da Sistemática MCT, proposto por Nogami (1972), foi o ensaio de Mini-CBR, baseado no procedimento desenvolvido pela Iowa State University (Laufler et all, 1960). Os outros ensaios da sistemática foram propostos posteriormente por Nogami e Villibor, para a obtenção de outras propriedades tais como, contração, infiltrabilidade e permeabilidade.

Posteriormente com a adaptação do procedimento de compactação desenvolvido por Parsons (1976), e a introdução do ensaio de Perda de Massa por Imersão em água permitiram o desenvolvimento de uma classificação geotécnica (Nogami e Villibor, 1980, 1981), mais tarde denominada Classificação MCT.

Em 1985, Nogami e Villibor apresentaram um procedimento subminiatura, com uso de corpos de provas de 26 mm de diâmetro e vários procedimentos para determinação da capacidade de suporte Mini-CBR no campo.

Ensaios

Os ensaios de compactação da Sistemática MCT (Mini-Proctor e Mini-MCV) que geram os CPs para determinação das propriedades mecânicas e hídricas, apresentam como principais características:

  • Aplicável para solos tropicais, que passam integralmente na peneira de 2,0 mm, tolerando-se até 5% retido nesta peneira.
  • Compactação em equipamento miniatura, adaptado ao procedimento desenvolvido na Universidade de Iowa (Laufler et al, 1960), com uso de moldes cilíndricos de 50 mm de diâmetro e compactação em seção plena através golpes de soquete (diâmetro do pé do soquete igual ao do molde).

 

Além de ensaios de laboratório em CPs compactados, a MCT abrange ensaios realizados in situ e em amostras indeformadas.

Sendo os ensaios da Sistemática MCT ainda pouco conhecidos no meio rodoviário brasileiro, será apresentada a execução passo a passo de cada um, de forma didática, assim como exemplos aplicativos dos mesmos:

Ensaio de Compactação Mini-Proctor

Ensaio Mini-CBR e Expansão

Ensaio de Contração Axial

Ensaio de Infiltrabilidade e Permeabilidade

Ensaio de Compactação Mini-MCV

Ensaio de Penetração da Imprimadura Betuminosa

Ensaio Mini-CBR de Campo por Penetração Dinâmica

Ensaio da Perda de Massa por Imersão

Classificação Geotécnica MCT

 

Autores:

Douglas Fadul Villibor

Driely M. Lancarovici Alves

 

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45ª RAPv/19º ENACOR/ 5ª Expopavimentação

O DER/DF – Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal, a ABDER – Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem e a ABPv – Associação Brasileira de Pavimentação estabeleceram parceria para a organização da 45ª RAPv, do 19º ENACOR, da 5ª Expopavimentação e do 1º Fórum Rodoviário, de Trânsito e Mobilidade e têm a honra de lhe convidar a participar dos maiores eventos conjugados de pavimentação e conservação rodoviária e de mobilidade do País, a realizarem-se de 20 a 23 de Setembro de 2016, em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O sucesso e o brilhantismo estão “linkados” à vossa presença. Desta maneira, a ABPv e a ABDER cumprem com o previsto em seus Estatutos ao desempenharem o dever da divulgação e do aprimoramento das técnicas de pavimentação e conservação rodoviária, incluindo neste Fórum o tema Mobilidade. O DER/DF apoiará estas atividades em 2016.

Estes tradicionais encontros ocorrerão cercados de proveitosos intercâmbios técnicos, através de minicursos, palestras, apresentações de trabalhos técnico-científicos e exposição de materiais, equipamentos e serviços em estandes. Todas as atividades desenvolvidas serão relacionadas ao tema rodovias, pavimentação, tecnologia, trânsito e mobilidade.

 

SAVE THE DATE

http://www.rapvenacor.com.br 

ENVIO DE TRABALHOS ATÉ 26/06/2016

O fato de reencontrar com colegas de trabalho, de universidades e parceiros de negócios numa região considerada como polo turístico e um dos maiores parques hoteleiros do país, que está muito próximo do Centro de Convenções, certamente cria um ambiente favorável a debates sobre inovações técnicas e beneficiando contatos comerciais.

Contamos desde já com a sua participação e de sua empresa, prestigiando a ABPv – Associação Brasileira de Pavimentação, a ABDER – Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem e o DER/DF – Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal.

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Emprego do agregado reciclado de concreto no processo de recomposição de pavimentos

Revista Téchne – Edição 225 – 23 de dezembro de 2015

 

Autores:

Leandro Reis Andrade

Gisleine Coelho Campos

 

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Contração Axial

O Ensaio de Contração Axial tem como finalidade determinar em laboratório a contração axial (Ct) devido à perda de umidade, em amostras compactadas na energia normal ou intermediária do Mini-Proctor ou obtidas no Mini-MCV, quando secas ao ar.

Será apresentado o procedimento do Ensaio de Contração Axial, com exemplo aplicativo e também para um maior conhecimento sobre a compactação de solos tropicais, apresentam-se algumas peculiaridades dos mesmos.

 

Autores:
Douglas Fadul Villibor
 Driely M. Lancarovici Alves

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Compactação Mini-Proctor

Entre nós o procedimento de compactação em escala reduzida em relação ao Proctor tradicional foi divulgado pelo Engº Carlos de Souza Pinto (1965), para obtenção de CP’s na aplicação do estudo de solos com aditivo. Nogami (1972) utilizou este procedimento de compactação, por ele designado Mini-Proctor, na obtenção de CP’s para determinação do suporte de solos típicos do Estado de São Paulo. Posteriormente a compactação Mini-Proctor foi utilizado, por Nogami e Villibor, para definição de novos ensaios da Metodologia MCT.

Será apresentado o procedimento do Ensaio de Compactação Mini-Proctor, com exemplo aplicativo e também para um maior conhecimento sobre a compactação de solos tropicais, apresentam-se algumas peculiaridades dos mesmos.

Autores:

Douglas Fadul Villibor

Driely M. Lancarovici Alves

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Egis no Brasil

egis lenc (logo)A partir de 01/01/2015 a Lenc passa a fazer parte do Grupo Egis conforme comunicado abaixo: “A Egis acaba de concluir negociações para aquisição do controle acionário da Lenc Engenharia, tradicional empresa brasileira, sediada no Estado de São Paulo. Fundada em 1975, a Lenc conta com 450 colaboradores e é uma das líderes do mercado brasileiro de estudos e projetos de engenharia e arquitetura voltados para a infraestrutura de transportes, além de atuar nas áreas de meio ambiente, engenharia de materiais, investigações geotécnicas e engenharia de tráfego, sendo atualmente, responsável por serviços de operação em cerca de 2.500 km de rodovias. A Lenc, que ocupa lugar entre as 25 primeiras empresas brasileiras de engenharia e consultoria, em 2013, contabilizou um faturamento, totalmente realizado no país, de R$ 120 mihões, com clientes no setor público e privado. As referências da Lenc incluem, entre outras, o projeto e o gerenciamento/supervisão do Rodoanel de São Paulo, o gerenciamento para ampliar a Hidrovia Tietê-Paraná (1.100 km) e os estudos de impacto para atividades exploratórias offshore da Petrobras.”

 

Maiores informações sobre o Grupo Egis: http://www.egis-brasil.com.br/ http://www.egis.fr/ http://www.egis-group.com/content/egis-international

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Ensaio de Perda de Massa por Imersão

Este ensaio fornece o parâmetro Pi, uma das propriedades consideradas na classificação geotécnica dos solos tropicais (Classificação MCT).
 
Autores:
Douglas Fadul Villibor
 Driely M. Lancarovici Alves

Download do Método de Ensaio

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Classificação Geotécnica MCT

O presente trabalho tem o objetivo de introduzir os estudos e aplicações práticas da Sistemática MCT, desenvolvida por Nogami e Villibor ao longo de mais de 30 anos de experiência acadêmica e profissional. Os livros já publicados por estes autores são a base para a elaboração deste trabalho, tendo muitas citações e textos originais dos referidos autores.

“Ao mestre e amigo Job Shuji Nogami (in memorian), responsável pela minha formação científica e sem o qual não seria possível o desenvolvimento dos trabalhos apresentados”

Douglas Fadul Villibor

Autores:
Douglas Fadul Villibor
 Driely M. Lancarovici Alves

Classificação MCT

Exemplo Numérico da Classificação MCT

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ANÁLISE LABORATORIAL DE CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE MODIFICADO COM ADIÇÃO DE BORRACHA RECICLADA DE PNEUS – PROCESSO SECO

ANÁLISE LABORATORIAL DE CONCRETO BETUMINOSO
USINADO A QUENTE MODIFICADO COM ADIÇÃO DE BORRACHA
RECICLADA DE PNEUS – PROCESSO SECO

Autor:
Marcelo de Barros Patriota

Tese submetida ao Corpo Docente do Curso de Pós-Graduação da Universidade Federal de Pernambuco
como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências em Engenharia Civil

Download da Tese

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