Geotecnia

Índice dos Trabalhos Técnicos em Geotecnia

ÍNDICE DOS TRABALHOS TÉCNICOS EM GEOTECNIA

CONFIRA!!

·        Aplicações práticas da metodologia MCT

·        Estado atual da metodologia MCT de estudo geotécnico de solos

·        Estudos geotécnicos de jazidas

·        Estudos geotécnicos dos solos do subleito

·        Gestão de riscos operacionais para o saneamento básico

·        Metodologia MCT para dosagem de misturas Solo-agregado

·        Modificações recentes na classificação geotécnica MCT

·        Tecnologia do uso de solos lateríticos em pavimentação – estudos geotécnicos

·        Uma nova classificação de solos para finalidades rodoviárias

 

Postado em: Geotecnia, Índice dos Trabalhos em GeotecniaComentários (0)

Modificações Recentes na Classificação Geotécnica MCT

MODIFICAÇÕES RECENTES NA CLASSIFICAÇÃO GEOTÉCNICA MCT

34ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

CAMPINAS, AGOSTO DE 2003

 

Autores:

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

 

Resumo

O trabalho apresenta modificações na tabela e no gráfico da classificação geotécnica MCT, para solos tropicais, respectivamente para uso na fase preliminar expedita do método das pastilhas e para a fase definitiva baseada em resultados obtidos a partir de corpos de prova compactados. Essas modificações tornaram-se necessárias face à introdução de novos procedimentos de ensaio após 1994, bem como pela obtenção de resultados de novos tipos de solos após o ano citado. Os referidos procedimentos são descritos sumariamente e são apresentados esquemas que permitem a construção artesanal de aparelhagem necessária, sobretudo para o procedimento visual-táctil do método das pastilhas.

Continue lendo………

Faça o download: MODIFICAÇÕES RECENTES NA CLASSIFICAÇÃO GEOTÉCNICA MCT             

Postado em: Geotecnia, Trabalhos Técnicos e ArtigosComentários (0)

Gestão de Riscos Operacionais para o Saneamento Básico

GESTÃO DE RISCOS OPERACIONAIS PARA O SANEAMENTO BÁSICO

V SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE DEFESA CIVIL – DEFENCIL

ANAIS ELETRÔNICOS – ARTIGOS

SÃO PAULO – 18, 19 E 20 DE NOVEMBRO DE 2009

 

Autores:

Ana Maria Ribeiro

Eduardo Soares de Macedo

 

Resumo

O presente trabalho apresenta uma proposta de modelo conceitual de Gestão de Riscos Operacionais – GRO, aplicável a um sistema de abastecimento de água, com ênfase no risco de escorregamentos do processo de distribuição. A proposta tem como pressuposto o fato das instalações operacionais estarem inseridas num contexto bastante complexo e dinâmico, ocupando, em grande parte, o espaço subterrâneo, o que as expõem aos processos geológicos que afetam diretamente a sua segurança e confiabilidade, tornando-as vulneráveis à ocorrência de falhas operacionais. Essas falhas acabam deflagrando uma seqüência de eventos, que dão origem a vazamentos, que muitas vezes resultam em acidentes contra terceiros (sinistros). Com isso, elevam-se os custos de manutenção, indenizações, além de outras despesas, e até mesmo prejuízo à imagem da empresa operadora dos sistemas. No final, é apresentado um estudo de caso com a aplicação do modelo proposto, a partir do uso de ferramentas como o SIG (Sistema de Informações Geográficas) e correlação de informações, além de análise dos resultados. Nas conclusões são apresentadas diretrizes, propostas de soluções e recomendações para trabalhos futuros.

Continue lendo……………

Faça o download: Artigo_Anais_Eletronicos_Defencil

Postado em: Geotecnia, Trabalhos Técnicos e ArtigosComentários (0)

Metodologia MCT para Dosagem de Misturas Solo-Agregado

METODOLOGIA MCT PARA DOSAGEM DE MISTURAS SOLO-AGREGADO

FINOS LATERITICO

22ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO

II – SEÇÃO TÉCNICA – GEOTÉCNICA, DRENAGEM E COMPORTAMENTO ESTRUTURAL DE PAVIMENTOS

MACEIÓ – 31 DE AGOSTO A 04 DE SETEMBRO DE 1987

 

Autores:

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

Paulo Roberto Miranda Serra

 

Resumo

Apresenta-se a metodologia MCT (Miniatura, Compactado, Tropical) para dosagem de misturas solo-agregado, de granulação fina, nas quais entram obrigatoriamente solos com finos lateriticos. Essas misturas são utilizáveis sobretudo em bases de pavimento de tipo “baixo custo”, apropriadas principalmente para rodovias vicinais e rua residenciais.  

Continue lendo…….

Faça o download: METODOLOGIA MCT PARA DOSAGEM DE MISTURAS SOLO-AGREGADO FINOS LATERÍTICO

 

Postado em: Geotecnia, Trabalhos Técnicos e ArtigosComentários (0)

Estado Atual da Metodologia MCT de Estudo Geotécnico de Solos

 ESTADO ATUAL DA METODOLOGIA MCT DE ESTUDO GEOTÉCNICO DE SOLOS

SIMPÓSIO SOBRE NOVOS CONCEITOS EM ENSAIOS DE CAMPO E LABORATÓRIO EM GEOTECNICA

RIO DE JANEIRO, MAIO DE 1988

Autores:

Job Shuji Nogami

Douglas Fadul Villibor

 

Sumário

Após uma introdução seguida de histórico, fundamentos e ensaios da metodologia MCT, apresentam-se as suas principais aplicações práticas em rodovias e em pavimentação. Essas aplicações compreendem sobretudo o uso da classificação geotécnica de solos tropicais e os usos para estudos de solos de bases de pavimentos, subleito de pavimentos, aterros e bordas dos pavimentos. Ênfase especial e dada as vantagens que o uso da metodologia MCT apresenta no estudo geotécnico de solos tropicais, para as referidas aplicações, quando comparado com o uso dos métodos tradicionais.

Faça o download: ESTADO ATUAL DA METODOLOGIA MCT DE ESTUDO GEOTÉCNICO DE SOLOS

Postado em: Geotecnia, Trabalhos Técnicos e ArtigosComentários (0)

Exemplo para obtenção da Classificação MCT de um Solo com Uso da Série Simplificada de Nogami e Villibor

Por permitir a obtenção rápida da classificação geotécnica MCT de um solo, que é pouco divulgada no meio técnico, é apresentado um exemplo completo do procedimento em questão. Para tanto utilizam-se os ensaios de Mini-MCV (M5) com a série simplificada, e da Perda de Massa por Imersão (M8).
Para esse exemplo adotou-se uma amostra representativa de um solo designada S.
Para classificá-lo devem-se obter os seguintes elementos:

1ºPasso: curvas de deformabilidade Mini-MCV e coeficiente c’.
2ºPasso: curvas de compactação e coeficiente d’.
3ºPasso: Perda de Massa por imersão (Pi).
Com esses elementos e com o gráfico classificatório da MCT, obtém-se a
Classificação MCT do solo.

Curvas de Deformabilidade com seus Mini-MCV e coeficiente c' (1º Passo)

a) Dados para obtenção da curva de deformabilidade

No processo de compactação, pelo procedimento Mini-MCV com a série simplificada, calculam-se as diferenças de alturas (afundamentos) segundo a expressão:

Δ an = (An – AF) [mm]
onde:
An = Altura do corpo de prova correspondente aos números de golpes n:
3,6,10,20,40………………[mm].
AF = Altura final do corpo de prova [mm].
Efetua-se a compactação Mini-MCV para o cp1, na umidade de compactação Hc; com os dados obtidos, indicados na tabela A.2, calculam-se os afundamentos em mm, conforme abaixo:

b) Obtenção das curvas de deformabilidade da série simplificada

Plotar em gráfico os dados indicados na tabela A.2. No eixo das abscissas é plotado, em escala logarítmica, o número de golpes n e, no eixo das ordenadas, o afundamento Δ an, em escala linear. Com estes dados traça-se a curva de deformabilidade indicada na figura A.7.
De modo análogo aos cálculos efetuados para o cp1 e indicados na tabela A.2, (Hc = 18,5 %) elabora-se a tabela A.3 para outros teores de umidade: Hc =16,3; 14,8 e 13,3 %.
Com os dados da tabela A.3, foram traçadas as curvas de deformabilidade, de forma similar à do cp1, para o cp2 e o cp3; a figura A.8 mostra as três curvas.

Tabela A.2 Dados para a  obtenção da curva de Deformabilidade do CP1.

Figura A.7 Curva de deformabilidade do cp1 da amostra S.

Tabela A.3 Dados de ensaios dos cp1, cp2, cp3 e cp4 para obtenção das curvas de deformabilidade.

c) Cálculo dos valores do Mini-MCV das curvas
 

As intersecções da linha Δ an = 2,00 mm com as curvas de deformabilidade da figura A.8, fornecem o número de golpes n para as três curvas (uma para cada teor de umidade). Com os valores n obtidos, são calculados os respectivos valores do Mini-MCV = 10 log n, conforme tabela A.4.
Esses valores serão usados para traçar as curvas Pi e AF versus Mini-MCV, indicadas nas figuras A.10 e A.11.
 

d) Cálculo do coeficiente c’
 

O coeficiente c’ é a inclinação da curva de afundamento correspondente ao valor de Mini-MCV = 10 (hipotética).
Para tal, seguindo-se as inclinações das outras curvas, interpola-se uma curva que passe pelo ponto de abscissa = 10 golpes e ordenada 2,0 mm.
Por exemplo, o valor de c’ para o cp1 da figura A.8 foi calculado por:

Postado em: Ensaios da Sistemática MCT, GeotecniaComentários (2)

Ensaio de Compactação Mini-Proctor

Utiliza-se somente a fração do solo que passa na peneira de 2,00 mm. Todas as amostras devem ser secadas previamente ao ar. Utilizam-se, sempre, amostras virgens para cada ponto da curva de compactação. A uniformização do teor de umidade de compactação, através da misturação e homogeinização, é feita após a adição da água em cada alíquota de solo; antes de iniciar a compactação, conserva-se a mesma em repouso, pelo menos por 12 horas, em recipiente hermético.
Para a compactação usam-se dois tipos de soquete: o leve (2,27 kg) e o pesado (4,50 kg). Para reproduzir as condições próximas da energia dita Normal (ASTM-D-698 ou AASHTO-99), aplicam-se 5 golpes de cada lado do corpo de prova, com soquete leve, em apenas uma camada e, para a energia conhecida como Intermediária adotada no Brasil (DNER-ME-129-94), aplicam-se 6 golpes de cada lado, com soquete pesado. Foi necessária a fixação do número de golpes, em cada energia,
para possibilitar a obtenção de curvas de compactação (designada Mini-Proctor), próximas às obtidas pelos métodos que se deseja reproduzir; na prática, as discrepâncias encontradas têm sido pouco
significativas.
Os corpos de prova são moldados de maneira que sua altura atinja 50 ± 1 mm, sem arrasamento. Tal exigência implica em que se despreze pelo menos um corpo de prova, para se conseguir a altura requerida. Para a obtenção da altura de cada corpo de prova, utiliza-se um dispositivo que fornece seu valor com aproximação de 0,1 mm.
Cabe acrescentar que o uso de anéis de vedação metálicos, no processo de compactação ora recomendado (Anexo II), não foi obedecido nas pesquisas efetuadas; porém os resultados obtidos não diferiram sensivelmente, porquanto procurou-se, sempre, obedecer rigorosamente a folga recomendada entre os diâmetros do pé do soquete e do pistão inferior e o diâmetro interno dos moldes utilizados. A figura 3.1 apresenta fotos ilustrativas e croqui do ensaio.

Postado em: Ensaios da Sistemática MCT, PavimentaçãoComentários (0)

Ensaio de Contração

O ensaio é efetuado medindo-se, diretamente, a Contração axial (Ct) dos corpos de prova por secagem lenta ao ar (vide figura 3.7) do livro "Pavimentos Econômicos". O ensaio utiliza corpos de prova não imersos previamente em água, e para o cálculo da Contração, usa-se a fórmula:

 

 

onde:

Ct = Contração axial.

Li e Lf = Leitura inicial e final do cp.

Lo = Comprimento inicial do cp.

Postado em: Ensaios da Sistemática MCT, PavimentaçãoComentários (0)

Uma nova Classificação de Solos para Finalidades Rodoviárias

UMA NOVA CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS PARA FINALIDADES RODOVIÁRIAS

A NEW SOIL CLASSIFICATION FOR HIGHWAY PURPOSES

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SOLOS TROPICAIS EM ENGENHARIA, COPPE / UFRJ, CNPq, ABMS

RIO DE JANEIRO, 1981

 Autores: Job Shuji Nogami, Douglas Fadul Villibor

 

SUMÁRIO

Este trabalho apresenta uma nova classificação para solos tropicais que utiliza resultados de uma sistemática simplicada de ensaios. Esta sistemática envolve compactação de corpos de prova de dimensões reduzidas (diâmetro de 5 cm). efetuada de acordo com o princípio desenvolvido para a determinação do MCV (Moisture Condition Value). A classificação separa os solos em 7 grupos e em 2 grandes classes: 

I) os solos de comportamento "Laterítico" e II) os solos de comportamento "Não Laterítico".

SUMMARY

This paper presents a new classification for tropical soils which uses the results of a simplified test systematic. This systematic involves the compaction of small size specimens (5 cm diameter) made according to the principle developed for the determination of MCV (moisture condiction value). The classification separates the soils in 7 groups and in two great classes:

I) the soils of "Lateritic" behavior and II) the soils of  "Non Lateritic" behavior.

Faça o download: UMA-NOVA-CLASSIFICAÇÃO-DE-SOLOS-PARA-FINALIDADES-RODOVIÁRIAS

Postado em: Geotecnia, Trabalhos Técnicos e ArtigosComentários (0)

Ensaios de Infiltrabilidade e Permeabilidade

a] Infiltrabilidade
 

O ensaio é realizado em corpos de prova obtidos logo após a compactação, ou em corpos de prova secos ao ar, ou seja, em condições de baixíssimo grau de saturação. O corpo de prova absorve a água por meio de uma placa porosa ligada a um tubo de vidro graduado, disposto horizontalmente, cheio de água. Os volumes de água absorvidos pelo corpo de prova q [cm3], obtidos por meio da medida do deslocamento do menisco de água no tubo, são lançados em gráficos,em função de t½ (t em minutos). Da parte retilínea da curva obtém-se o coeficiente de sorção s, pela fórmula:
onde:

 

 

Sp=área da seção do corpo de prova [cm2].
 

Este valor é utilizado para avaliar o efeito da penetração da água na camada compactada, pela sua superfície, na construção e após sua cobertura pelas camadas betuminosas.
O mesmo dispositivo e procedimento podem ser utilizados para determinar o coeficiente de sorção da água, após a secagem do corpo de prova e, também, a velocidade de deslocamento da frente de umidade.
No caso de corpos de prova secos ao ar, essa velocidade pode ser calculada com base em determinações diretas (vide figura).
 

Foto ilustrativa da montagem e croqui do ensaio.

b] Permeabilidade
 

O valor aproximado do coeficiente de permeabilidade à água k, é obtido utilizando-se corpos de prova que foram “saturados” pelo ensaio de infiltrabilidade, submetidos a carga hidrostática variável e com sobrecarga; esse procedimento é similar ao do ensaio tradicional. (vide figura).

Fotos ilustrativas da montagem e croqui do ensaio.

Postado em: Ensaios da Sistemática MCT, PavimentaçãoComentários (0)

  • +Lidos
  • Últimos
  • +Comentados
  • Tags
  • Assine